CNA Jovem: representantes de Alagoas estão animados para a fase das oficinas digitais

Maria Eduarda Xavier (estagiária)

O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – Senar – se prepara para iniciar a fase de oficinas digitais do programa CNA Jovem. Os candidatos aprovados na fase anterior, avançam para a etapa de objetivos específicos de forma remota. 

O intuito é apoiar o desenvolvimento de novas lideranças e buscar projetos inovadores para a agropecuária brasileira, em diversas áreas de atuação. Entre os 3.742 jovens inscritos para participar do programa, estão 14 alagoanos.

Para Yara de Almeida, graduanda em Gestão Ambiental, esta é uma grande oportunidade para aprender a tomar decisões adequadas durante suas atividades de gestora, a agir e pensar como líder. Incentivada a participar por seu irmão, é sua primeira experiência em um programa do Senar. “Estou realizada com todo o conteúdo que tenho absorvido nos módulos introdutórios”, expõe.

Em sua quarta edição, o CNA Jovem foi dividido em etapas remotas e presenciais, sendo algumas eliminatórias e classificatórias. A duração do programa é de 16 meses. “As minhas expectativas são para que eu possa concluir mais essa etapa e que o programa continue sendo didático”, pontua,Yara. 

Neste primeiro momento o contato com participantes de outros estados é mais tímido, visto que ainda estão no início do projeto, mas a expectativa para a criação de uma rede nacional é grande.

“O maior desafio da atualidade é manter os jovens no campo e capacitá-los para o exercício da liderança, tanto nos negócios como na vida comunitária. O programa é importante, pois prepara jovens dos 22 aos 35 anos para enfrentar os desafios do agro com responsabilidade”, diz Graziela Freitas, coordenadora do Departamento Técnico do Senar Alagoas.

Lázaro Brito, ex-aluno do curso Técnico em Agronegócio do Senar, também está feliz com a oportunidade de participar do CNA Jovem e ter contato com grandes líderes do agro e aprender com eles. “É um programa bastante interessante e motivador, busca novas lideranças no agro e hoje nós temos essa necessidade, de pessoas de diversas áreas e conhecimentos para trazer inovação e tecnologias para o campo”, avalia.