Senar e Sebrae discutem início do Programa Agronordeste Alagoas após medidas restritivas contra a pandemia

O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – Senar Alagoas – e o Sebrae AL pretendem iniciar as atividades do Programa Agronordeste Alagoas assim que haja a flexibilização das medidas restritivas, determinadas pelo Governo do Estado por conta da pandemia de Covid-19. As estratégias para a prestação dos serviços de assistência técnica e gerencial para produtores das cadeias de olericultura e fruticultura foram discutidas nesta sexta-feira, 19, em videoconferência.

Participaram da reunião a coordenadora e o supervisor de ATeG do Senar Alagoas, Luana Torres e Sidney Rocha; a analista de Competitividade e Desenvolvimento do Sebrae Alagoas, Vânia Britto; além de Rafael Manoel, presidente da AgroService Serviços Agropecuários, e Fernando Vieira, sócio-proprietário da MGF Consultoria Agropecuária, ambas empresas prestadoras de serviços.

Segundo Luana Torres, entre outros assuntos, foram discutidas estratégias para estabelecer o contato entre o técnico de campo e os produtores rurais. “Precisamos estar atentos ao final do decreto, verificar a situação dos municípios e dos produtores, já que os que estiverem com suspeita de covid não poderão receber a visita do técnico”, comenta.

O Programa Agronordeste Alagoas é o resultado de um convênio firmado entre o Senar e o Sebrae, com o objetivo de fortalecer as cadeias produtivas. 210 produtores serão beneficiados com assistência técnica e gerencial, nos municípios de Arapiraca, Estrela de Alagoas, Girau do Ponciano, Senador Rui Palmeira, Delmiro Gouveia e Água Branca.

“O convênio também inclui a capacitação de produtores por meio do Programa Negócio Certo Rural e alguns treinamentos de formação profissional rural e agroindústria, como os cursos de Fruticultura Básica, Olericultura Básica, Processamento da Polpa da Fruta, entre outros relativos a essas cadeias. Além disso, estamos avaliando a possibilidade de dar andamento prioritário ao projeto de construção de barragens subterrâneas”, acrescenta Luana.